quarta-feira, 13 de julho de 2011

Doutrinária 11 de Julho de 2011

A Escola do Quilo de Itabuna teve o prazer de receber a palestrante Ana Lopes, que nos presentou com um tema polêmico de grande reflexão.













  

Questões discutidas na palestra:

200. Têm sexo os Espíritos?
"Não como o entendeis, pois que os sexos dependem da organização. Há entre
eles amor e simpatia, mas baseados na concordância dos sentimentos."
201. Em nova existência, pode o Espírito que animou o corpo de um homem animar o de uma mulher e vice-versa?
"Decerto; são os mesmos os Espíritos que animaram os homens e as mulheres."
202. Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?
"Isso pouco lhe importa. O que o guia na escolha são as provas por que haja de
passar." Os Espíritos encarnam como homens ou como mulheres, porque não têm sexo.
Visto que lhes cumpre progredir em tudo, cada sexo, como cada posição social, lhes proporciona provações e deveres especiais e, com isso, ensejo de ganharem experiência. Aquele que só como homem encarnasse só saberia o que sabem os homens.*
*O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. 29a ed. da FEB. Parte 2" Cap. IV. (Notado Autor espiritual.) 

Leitura recomendada: 


















"O sexo é departamento orgânico programado pela vida para a reprodução da espécie. Assexuado, o Espírito renasce numa como noutra polaridade, afim de adquirir experiências e compreensão de deveres, que são pertinentes a ambos os sexos. A intrepidez masculina e a docilidade feminina são capítulos que dão ao Espírito equilíbrio e harmonia. Dessa forma, em uma reencarnação pode o Espírito tomar um corpo masculino e noutra um feminino, ou realizar um vasto programa de renascimento em um sexo para depois começar os processos experimentais em outro, sem qualquer prejuízo emocional para a sua estrutura íntima.
Fadado ao progresso, que é ilimitado, o Espírito deve vivenciar cada reencarnação enobrecendo as funções de que se constitui o seu corpo, de modo a desenvolver os valores que lhe dormem em latência.
Graças à conduta moral em cada polaridade, mais fácil se lhe torna, quando edificante, escolher o próximo cometimento. No entanto, quando se permite corromper ou desviar-se do rumo das suas funções, gera perturbações emocionais e psíquicas que lhe impõem duros processos de recuperação, de que não se pode furtar com facilidade.
A correta aplicação das forças genésicas propicia ao Espírito alegria de viver e entusiasmo no desempenho das tarefas que lhe dizem respeito, constituindo-se emulação para o progresso e a felicidade."
Salvador, 24 de junho de 2002. Manoel Philomeno de Miranda



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